A Balada do Cárcere

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EM FORMAÇÃO

AUTOR
Tolentino,Bruno
DIMENSÃO
4,74 MB
NOME DO ARQUIVO
A Balada do Cárcere.pdf
ISBN
1632380303834

DESCRIÇÃO

Com sua fusão de imagens imprevistas e ideias complexas, A balada do cárcere situa Bruno Tolentino no topo da modernidade literária brasileira Polêmico, com um histórico de desavenças com compositores da MPB e professores da USP, entre outros, Bruno Tolentino se definia como uma língua ferina entortada pelo vício da ironia. Não exibia falsa modéstia quanto a seu papel no cenário literário brasileiro, tinha consciência do próprio talento: mudei a história da Literatura, pus o Brasil no mapa internacional, afirmava. Considerado um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos, ganhou três vezes o Prêmio Jabuti, tornando-se um dos únicos escritores a conseguir tal feito. Nascido da experiência de onze anos de prisão em Dartmoor, no Reino Unido, A balada do cárcere recebe agora uma segunda edição, comentada, com apresentação do poeta Érico Nogueira, e notas e organização de Juliana P. Perez, Jessé de Almeida Primo, Guilherme Malzoni Rabello, Renato José de Moraes e Martim Vasques da Cunha.

Nascido da experiência de sua prisão em Dartmoor, no Reino Unido, A balada do cárcere recebe agora uma edição comentada, com apresentação do poeta Érico Nogueira, e notas e organização de Juliana P ... A balada do cárcere Bruno Tolentino Ficção e literatura | Poesia Polêmico, com um histórico de desavenças com compositores da MPB e professores da USP, entre outros, Bruno Tolentino se definia como uma língua ferina entortada pelo vício da ironia. Descrição. Com sua fusão de imagens imprevistas e ideias complexas, A balada do cárcere situa Bruno Tolentino no topo da modernidade literária brasileira Polêmico, com um histórico de desavenças com compositores da MPB e professores da USP, entre outros, Bruno Tolentino se definia como uma língua ferina entortada pelo vício da ironia. Balada do Cárcere de Reading (...) Eu soube, então, a idéia lacerante que o atormenta, e o faz correr, e o faz olhar, tristonho, o céu radiante, radiante, e alheio ao seu sofrer: de matou aquela que adorava, - por causa disso vai morrer.

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