O Internetês na Escola

O Internetês na Escola - Komesu,Fabiana Tenani,Luciani | Nisrs.org PDF, TXT, FB2. ePUB. MOBI. O livro foi escrito em 2021. Procure um livro sobre nisrs.org.

EM FORMAÇÃO

AUTOR
Komesu,Fabiana Tenani,Luciani
DIMENSÃO
7,39 MB
NOME DO ARQUIVO
O Internetês na Escola.pdf
ISBN
1054915400562

DESCRIÇÃO

A principal característica da obra é a de transformar o internetês em um objeto de estudo da aula de Língua Portuguesa. A leitura possibilitará ao professor um outro olhar para o internetês, levando-o a propor atividades didáticas centradas nessa prática letrada típica de interações mediadas por tecnologias de comunicação entre interlocutores que se consideram próximos entre si ou que se querem fazer próximos. As autoras mostram como o internetês é uma prática letrada heterogênea, formada por diferentes recursos linguísticos, discursivos e comunicativos, da mesma maneira como outras práticas letradas que estão na base de outras interações sociais. Sendo assim, a proposta é para que o professor de Língua Portuguesa se lance, junto com os alunos, à tarefa de observar e compreender de forma sistemática o internetês, é um desafio para todos os que estão envolvidos com a educação linguística dos sujeitos no Brasil. Um desafio que vale a pena enfrentar para que possamos superar os preconceitos linguísticos tão presentes na sociedade brasileira

Eles temiam que as abreviações fo... O objetivo, de acordo com especialistas em língua portuguesa, é criar um tipo de comunicação dinâmica e eficiente, por esse motivo alguns estudiosos da área defendem o internetês. Porém há divergências, outros especialistas defendem a não utilização desse tipo de linguagem por acreditar que todo aprendizado no campo da escrita depende da chamada memória visual. O "internetês" na escola O e-mail é telefone sem constrangimento, fax sem sinal de ocupado, secretária eletrônica sem balbuciar para o vazio.

. Ora, o 'internetês' - neologismo para designar a linguagem utilizada no meio virtual, em que as palavras são abreviadas até ao ponto de se transformarem numa única expressão - é muito semelhante. "Convém lembrar que na Idade Média se usavam mais abreviaturas do que hoje", refere o linguista.

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