A Dolorosa Raiz do Micondó

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EM FORMAÇÃO

AUTOR
Lima,Conceição
DIMENSÃO
4,51 MB
NOME DO ARQUIVO
A Dolorosa Raiz do Micondó.pdf
ISBN
1597395502774

DESCRIÇÃO

Nesta coletânea de 27 poemas da poetisa são-tomense Conceição Lima, o mincodó, árvore considerada sagrada em diversas regiões da África, simboliza origem, casa, morada ancestral. A evocação de tais raízes é dolorosa devido a acontecimentos históricos, como a escravidão e a colonização, que imprimiram profundas feridas e rupturas na identidade nacional, e na própria poetisa, cujos antepassados foram trazidos à força para o arquipélago africano e mais tarde enviados para outras terras como escravos. Íntima, pessoal e sofrida, a poesia de Conceição Lima é também dotada de um lirismo e esteticismo sublimes, presenteados aqui pela primeira vez ao público brasileiro. Embora a dor seja uma constante em seus versos, o sentimento que os perpassa é o da sutil esperança de que a mesma memória que resgata os fatos traumáticos ajude a fazer germinar algo novo dos escombros, como o micondó que, com suas profundas raízes e frondosa copa, fez florescer o alfabeto poético de Conceição Lima.

Este último foi agora editado no Brasil pela Geração Editorial. Os poemas ao lado, que compõem a breve amostra do trabalho poético de Conceição Lima, foram extraídos dessa edição brasileira, com exceção de "Afroinsularidade", que está no livro de estreia da autora. Nesta coletânea de 27 poemas da poetisa são-tomense Conceição Lima, o mincodó, árvore considerada sagrada em diversas regiões da África, simboliza origem, casa, morada ancestral.

Os poemas ao lado, que compõem a breve amostra do trabalho poético de Conceição Lima, foram extraídos dessa edição brasileira, com exceção de "Afroinsularidade", que está no livro de estreia da autora. Nesta coletânea de 27 poemas da poetisa são-tomense Conceição Lima, o mincodó, árvore considerada sagrada em diversas regiões da África, simboliza origem, casa, morada ancestral. A evocação de tais raízes é dolorosa devido a acontecimentos históricos, como a escravidão e a colonização, que imprimiram profundas feridas e rupturas na identidade nacional, e na própria poetisa ... que expande do desterro a metamorfose em novos hinos, outros abismos chamados ilhas.

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