Edição antiga - O Açucar No Vale do Café - Engenho Central de Lorena 1881-1901

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EM FORMAÇÃO

AUTOR
Melo,José Evando Vieira de
DIMENSÃO
11,78 MB
NOME DO ARQUIVO
Edição antiga - O Açucar No Vale do Café - Engenho Central de Lorena 1881-1901.pdf
ISBN
5384518263868

DESCRIÇÃO

A história do Engenho Central de Lorena e de seus empreendedores, especialmente o conde de Moreira Lima, ilustra o processo de modernização da produção agrícola brasileira e revela as relações entre a grande produção para o abastecimento interno: essa lavoura moderniza em larga escala pelos engenhos centrais destinava-se principalmente o abastecimento interno da Província de São Paulo, em pleno crescimento, estimulado pelo café. O estudo deste livro mostra a aplicação, pelos fazendeiros, dos incentivos oferecidos pelo Governo Imperial, como financiamentos, garantias de juro e núcleos coloniais, indicando os limites dessas políticas, frente as oscilações sazonais e alterações de mercado. As políticas de imigração, em geral estatuadas no âmbito da cafeicultura, foram também usadas pelos Engenhos Centrais. Para o provimento de cana, a Companhia Engenho Central de Lorena conseguiu, junto ao governo provincial, a criação, em 1885, de um núcleo colonial para o fornecimento à companhia. Em 1892, foi criado outro núcleo, Pianguí, em Guaratinguetá, que também forneceu canas ao Engenho Central de Lorena. O livro aponta novos e instigantes temas para o estudo da modernização e da produção açucareira em São Paulo.

Estes valores justificaram o ... do país, sobretudo na região Nordeste. Entendendo a importância dos antigos engenhos de açúcar como exemplares do patrimônio agroindustrial brasileiro, cuja atividade básica, no caso do Estado de Alagoas, continua, até os dias de hoje, representando importante atividade O Recôncavo Baiano, sempre esteve na condição de grande produtora/exportadora de açúcar da América Portuguesa, ficando atrás apenas de Pernambuco, no entanto após as invasão e dominação holandesa - 1630-1654 -, o Recôncavo passou a ser o centro da produção açucareira da colônia. figura central do senhor de engenho, e do trabalho escravo - que inicialmente tentou atrair os indígenas para as plantações e fábricas, mas devido ao fracasso dessa tentativa, foi buscar no povo africano os seus trabalhadores escravo, o que resultou no tráfico de milhares de negros procedentes de diversas regiões da África. Em Lorena, de maneira absolutamente O período de garantia de juro era de original na indústria do açúcar do País, o 20 anos, sendo que o engenho central governo provincial fundou uma "colônia de tinha capacidade de 240 toneladas e o canas", com o fito de beneficiar o engenho montante da produção ia ao mínimo de central e de promover uma larga experiência 16.000 sacos de 60 quilos. Menino de Engenho - 102ª Ed.

Zakon - Julho de 2004 O ENGENHO REAL DE AÇÚCAR DO BRASIL COLONIAL (1711) ABRIL CULTURAL - Enciclopédia Abril - Volume 1, 2ª Edição, Abril S.A. Cultural e Industrial, São Paulo, 1976.

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