Poesia Em Profusão

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EM FORMAÇÃO

AUTOR
Morgado,Flavio Guimarães,Moisés Dias,Igor
DIMENSÃO
11,13 MB
NOME DO ARQUIVO
Poesia Em Profusão.pdf
ISBN
3117237233653

DESCRIÇÃO

Profusão é excesso. Em tempos de facilidades da disseminação daquilo que chamamos poético, o excesso, o dispendioso e a liberalidade pautam a poesia feita. Em tempos líquidos, a poesia escorre de um suporte a outro com a mesma rapidez com que a palavra é usada, manipulada, trocada, publicada, postada. Tudo aos montes, aos muitos. Como dar conta? Como segurar o que não tem governo? E o que é poesia nesses tempos de transmissão de desejos, de transfusão de afetos, de proliferação do chamado poético? Os poetas Flávio Morgado, Igor Dias, Léo Rossetti e Moisés Guimarães estão juntos nessa tentativa de fazer poesia em profusão de meios, de mídias, de termos, de definições, de comunicação. Se o que chamamos de mundo é esse abismo, esse labirinto de atravessamentos, os poetas reunidos aqui se deixam atravessar, uns pelos outros, inclusive, em poemas colaborativos. O livro Poesia em Profusão é um mergulho nessas singularidades que se refazem na vida contemporânea.

Apenas deixo que eles se vão, Pois dos teus braços não quero sair, Ainda que seja pra escrever. Me pergunto se ainda vou lembrar ...

Da; Ensaios Filosóficos, Volume 1- abril/2010 De círculos e quadrados: triangulando Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira Osmar Soares da Silva Filho1 Resumo: Pretendemos neste ensaio refletir como de diferentes formas aparece a chamada questão da Quadratura do Círculo em peças literárias de três de entregue e resguardado em meu segredo pois todo o tempo ali que eu lhe concedo são lágrimas e pranto em profusão. De volta eu ponho, então, o pé na estrada querendo em novo amor achar morada pra nunca mais pensar em ir embora… Qualquer saudade é minha companheira e, persistindo em mim a vida inteira, nem mais percebe a dor que o peito ... E uma profusão de paródias Que encurtem dores E furtem cores como camaleões Gosto do Pessoa na pessoa Da rosa no Rosa E sei que a poesia está para a prosa Assim como o amor está para a amizade E quem há de negar que esta lhe é superior? E deixe os Portugais morrerem à míngua "Minha pátria é minha língua" Fala Mangueira! Fala! Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões Gosto de ser e de estar E quero me dedicar a criar confusões de prosódias E uma profusão de paródias Que encurtem dores E furtem cores como camaleões Gosto do Pessoa na pessoa Da rosa no Rosa E sei que a poesia está para a prosa Assim como o amor está para a amizade E quem há de negar que esta lhe é superior? Profusão Os olhos irradiam espéctros vitais O Sangue corre nas artérias disseminando nobres fluidos O ar aquecido com vários sais O Ouvido que houve sempre os mesmos ruídos "Veja-me, sinta-me toque-me, cure-me"* A mente se propaga em meio aos transeuntes Odores inalados incitam a mudança do desalinho Andando na direção de um espelho ... Na profusão sequencial exponencial.

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